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#095 - Deixar para depois, livre iniciativa e nosso presente
Enviado por Lucca Moreira | 14 de Março de 2025

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Tempo de leitura: 6 minutos
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O que vamos explorar hoje?
1 ideia original nossa para refletirmos sobre procrastinação;
1 frase de Samael Aun Weor sobre o desafio necessário para liberarmos nosso poder criativo;
1 frase de Aquiles que nos faz pensar sobre o presente que é a brevidade da vida;
1 indicação de um ótimo filme para o fim de semana.
Faça agora, evite mais trabalho
"A preguiça de agora não compensa deixar o trabalho para depois."
Hoje acordei e fui correr. Quando cheguei da corrida, estava com muita fome, só queria fazer algo rápido para ir para o trabalho e chegar cedo.
Cheguei felizão na cozinha para cozinhar uns ovos e me deparei com algumas panelas que ficaram para ser "lavadas depois".
O que seria feito em 5 minutos virou 15 e por muito pouco não decidi comer na rua. Tudo porque lavar panelas deixadas para depois são infinitamente mais difíceis.
Acredito que a cozinha é um lugar ótimo para tangibilizar os efeitos negativos da procrastinação...
A sujeira seca, com tempo suficiente cheira mal e, no fim, você gasta 3x mais tempo para fazer a mesma coisa que poderia ter resolvido antes.
E essa mesma lógica se aplica a tudo. Sempre que procrastinamos, estamos deixando a preguiça nos dar mais trabalho e tornando aquela missão ainda mais difícil de cumprir.
É não fazer agora por conforto, mas acabar trabalhando mais depois—um jogo de soma negativa que acumula ainda por cima ansiedade.
Então, quando quiser procrastinar, quando o conforto falar mais alto do que a vontade de agir agora, imagine a cozinha suja e o trabalho (e preguiça ainda maior) que dá limpar depois.

A livre iniciativa
O livre poder criativo só pode se manifestar quando não temos medo da crítica, do que dirão, da palmatória do professor, das regras.
Durante toda a adolescência, seguimos planos de outras pessoas. Quando crianças, seguimos os planos dos nossos pais. Um pouco mais velhos, seguimos os planos dos pais e da escola. Depois, dos amigos, dos pais e da escola novamente.
Nesse processo, seguimos caminhos que outros acreditam ser os certos para nós. Porém, idealmente, ao chegar na vida adulta, nos encontramos, pela primeira vez, sem nenhum plano vindo de ninguém. Isso é ótimo e correto, mas, por termos seguido cegamente os planos passados, chegamos despreparados para assumir essa responsabilidade.
Temos a autonomia e, com a mesma força, o medo. Isso porque não aprendemos a entender o porquê das coisas, apenas seguimos e fazemos.
Por que estudar determinadas matérias? Não importa, preciso passar de ano.
Por que seguir determinada religião? Não importa, meus pais acreditam, então eu acredito.
Por que fazer este ou aquele esporte? Não importa, meus amigos fazem, então vou fazer também.
O mundo nos ensina a fazer o "correto" e dane-se o pensar. Aí, quando conquistamos autonomia, surge o medo, porque, pela primeira vez, não temos que fazer nada apenas por fazer, e também não aprendemos a pensar sobre o que realmente devemos fazer.
Até que, um dia, lemos algo que instiga essa vontade de sair da superfície e adentrar nas profundezas, onde a busca pela nossa verdade importa mais do que agradar os outros. Nesse processo, encontramos nosso verdadeiro chamado, nossos verdadeiros prazeres, nossa grande missão.
A única forma de iniciar essa busca é esquecer o medo, deixar o livre poder criativo fluir e fazer o que você acredita, baseado no entendimento do seu porquê.
Começar a postar vídeos é um desafio diário para mim. Me dá vergonha, me incomoda muitas vezes, mas entendi nessa busca pela minha verdade que esse é um passo necessário se quero espalhar minha mensagem.
Ossos do ofício. Faço e batalho contra o medo e as críticas porque entendi a razão para estar fazendo isso.
Quais medos estão bloqueando seu poder criativo? O que você precisa deixar de lado para correr atrás da sua essência?
Nada na vida se atinge através do medo.

Os deuses nos invejam
“Vou te revelar um segredo, algo que não lhe ensinam em seu templo. Os deuses nos invejam. Eles nos invejam porque somos mortais, porque qualquer momento pode ser o último. Tudo é mais bonito porque estamos condenados. Você nunca será mais belo do que é agora. Nós nunca mais estaremos aqui.”
Conectando com essa ideia, o presente é o momento mais bonito, e o medo nos tira desse momento.
Ele projeta nossa vida para frente ou para trás e, nesse processo, perdemos o contato com nosso lugar mais precioso: o agora.
Conheço muitas pessoas que se preocupam fortemente com a morte. E isso sempre me pareceu estranho… Se preocupar com algo que não temos controle e que é garantido?
O que sobra para essas pessoas é o vazio do presente e, consequentemente, a perda da energia para viver.
O contrário disso é viver o seu máximo agora, exercer sua total capacidade a todo momento e não deixar nada para depois, porque o depois pode não existir.
A beleza da vida está exatamente aí. É o que os deuses invejam. Para eles, a vida sempre vai existir, por toda a eternidade.
Nossa certeza de morrer é, na verdade, nosso maior presente. Então, não vamos temer isso. Vamos aproveitar essa dádiva e tornar cada momento algo lindo de se viver.

1 Filme - Tróia
Onde assistir: Max
Nota IMDB: 7.3
Uma guerra que começou por amor e se tornou uma lenda. Quando Páris, príncipe de Tróia, foge com Helena, a esposa do rei de Esparta, um conflito épico se inicia. O poderoso exército grego, liderado por Agamenon e impulsionado pelo guerreiro imbatível Aquiles, marcha contra Tróia, onde o rei Príamo e seu filho Heitor defendem sua cidade com honra.
Tróia é um épico grandioso sobre orgulho, ambição e destino, mostrando que, por trás das batalhas, o que realmente perdura são as histórias que contamos.

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Lucca Moreira,
Co-Founder Insight Espresso
